Pelo segundo ano consecutivo a quadra do ATP de São Paulo, o Brasil
Open, ficou com o prêmio como a mais veloz de todos os mais de 60
torneios do circuito. O torneio no Ibirapuera supera eventos como
Wimbledon, Xangai, Paris, entre outros.
O estudo é comprovado por números no blog Heavy Top Spin no link ao
lado http://heavytopspin.com/2013/11/19/the-speed-of-every-2013-surface/
com a base calculada por saque e devolução, a média do número de aces
que cada evento proporcionou.
Apesar de ser jogado no saibro, algumas variáveis são determinantes
para que a capital paulista seja o evento mais veloz do circuito. A
altitude da capital paulista, o piso coberto, único saibro coberto do
mundo, e é claro as bolas, apelidadas de bolas de supermercado que voam
pelo staff de Fabio Fognini e muito criticadas durante toda a
competição.
O cálculo mostra que São Paulo teve 74% a mais de número de aces do
que a superfície neutra na temporada e a média dos últimos três anos de
maior incidência de saques indefensáveis é de 58% acima da média normal.
Em 2012 o torneio paulista havia ficado no topo do ranking com 58%.
O torneio vem bem a frente do ATP de Marselha que soma na média 30% a
mais de efetividade do serviço, um tantinho a frente de dois eventos na
grama, o ATP de Halle e o Grand Slam de Wimbledon com 25 e 24% a mais.
Um torneio vencido duas vezes por Thomaz Bellucci, em Gstaad, na Suíça,
com 16% a mais na média. Em 2013 ela ficou 35% e no ano do troféu de
Bellucci, em 2012, por exemplo, ficou cerca de 10 % abaixo da média.
A superfície do ATP World Finals ficou 11% acima em 2013 e nos três
maiores anos fica exatamente como um piso neutro para a efetividade do
saque.
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