Barcos e Felipão se conhecem bem. O treinador, cotado para assumir o Grêmio, comandou o centroavante na melhor fase do jogador atuando no futebol brasileiro. Os dois trabalharam no Palmeiras, em 2012, e levantaram juntos a taça da Copa do Brasil - eliminando os gremistas na semifinal.
O argentino, surpreso com a ida do presidente Fábio Koff a São Paulo para negociar com o técnico, preferiu não se aprofundar no assunto até que seja oficializada a contratação. Mas já deixou clara sua admiração pelo comandante.
— Na verdade, não sabia que o presidente estava lá. Tenho muita coisa boa para falar, mas até que ele seja treinador, não posso falar sobre isso — resumiu. — A confiança que ele transmite é fundamental, experiência que ele tem — completou.
Barcos ficou sabendo da demissão de Enderson Moreira quando estava chegando em casa. Na Arena, após a derrota para o Coritiba, ainda não tinha conhecimento.
— Eu não sabia. Falei que ele não tinha que sair. Estava chegando em casa e me avisaram. Não esperava. São coisas que acontecem no futebol. É tudo resultado. Respeito as decisões, temos que pensar na frente. Respeitar o próximo treinador, e mudar o resultado — comentou.
E, para o capitão gremista, somente os atletas podem reverter a situação ruim em que se encontra o time neste momento.
— Independentemente de quem venha, 70 ou 80% das coisas, quem pode mudar é a gente — afirmou. — Ele (Enderson) fez um bom trabalho. Melhoramos muito. Lamentavelmente o futebol é resultado. Estamos chateados, mas temos que seguir em frente, temos jogo sábado (...). Vamos melhorar e o resultado começará a chegar — emendou.
Em gráfico, veja o prazo de validade dos técnicos do Grêmio:

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