Fabiano Tissot diz que país tem locais únicos para o esporte, como a Laje da Jagua e a Ilha dos Lobos, que hoje tem o surfe controlado por leis ambientais
Com ondas de até 30 metros, a Praia do Norte, em Nazaré (POR), é um famoso reduto do surfe em ondas gigantes, e ganhou ainda mais notoriedade após o acidente sofrido por Maya Gabeira no local, no ano passado. No Brasil, também existem lugares em que é possível se praticar a modalidade, sendo um dos mais famosos deles a Laje da Jagua, em Jaguaruna (SC). Um dos principais nomes do esporte no país, Fabiano Tissot já atingiu uma onda de 5,5m no local.
- É uma montanha submersa, seis quilômetros mar a dentro. Pelo capricho da natureza a pedra não rasga a linha d'água. Se mergulhar lá, parece uma cidade submersa. É inacreditável - disse o surfista ao "Zona de Impacto".
Tissot também relembra outro local apropriado para o esporte, mas que hoje é protegido por ter se tornado uma reserva ambiental: a Ilha dos Lobos, no Rio Grande do Sul. Tissot destaca o respeito que tem pelas ondas de lá, surfadas por ele quando ainda era permitido. Para ele, a ilha, é um dos principais locais do mundo para o desafio das ondas gigantes.
- Viajei o mundo inteiro e não tem onda mais perigosa, que apavore mais, que a da Ilha dos Lobos. O surfe lá está proibido, e a gente respeita.
A Ilha dos Lobos é a menor unidade de conservação federal do Brasil, com 17 mil metros quadrados. Ela também é um dos únicos refúgios de lobos e leões-marinhos do país.

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