A Prefeitura do Rio de Janeiro lançou nesta sexta-feira (27) a
licitação para construção do Centro Olímpico de Esportes Aquáticos dos
Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. A estrutura temporária custará
R$ 226 milhões. Para fim de comparação, o Parque Aquático Maria Lenk,
estrutura permanente erguida na capital fluminense para receber os Jogos
Panamericanos de 2007, custou R$ 80 milhões à época. O outro complexo
aquático público da cidade, o Parque Aquático Júlio Delamare, no
complexo do Maracanã, foi inaugurado em 1978 e reformado em 2007, também
para os jogos panamericanos, por R$ 10 milhões.
De acordo com a Secretaria de Obras do Rio de Janeiro, a opção por uma
estrutura temporária se deve pela existência dos dois outros parques
aquáticos, já que a cidade não teria uso para um terceiro complexo de
piscinas. "A opção por construir uma instalação temporária se deve ao
fato de o Rio de Janeiro já ter dois parques aquáticos, o Maria Lenk e o
Julio Delamare, com capacidade para receber eventos nacionais e
internacionais", afirma a Secretaria de Obras.
"Como não há demanda para outro parque aquático na cidade, a melhor
opção custo-benefício foi construir uma instalação temporária para
natação e finais de polo aquático, pois ao longo da vida útil de um
equipamento esportivo permanente 60% dos investimentos são em
manutenção", completa o comunicado.
Polêmica
O Júlio Delamare foi reaberto em outubro. No
início do ano, o parque foi fechado e seria demolido, para dar lugar a
edifícios de apoio e estacionamento no Complexo do Maracanã após a
reforma. Em maio, a Justiça suspendeu a demolição e, após forte pressão
popular e de atletas que treinam no local, o governo do RJ desistiu de
demolir o local, que é tombado como patrimônio histórico da cidade.
O centro aquático provisório da Olimpíada de 2016 terá capacidade para 18 mil espectadores, com duas piscinas olímpicas (uma de competição e outra de aquecimento) e infraestrutura para receber construções complementares temporárias como a cobertura do local. As piscinas terão estruturas metálicas modulares desmontáveis e reaproveitáveis, e receberão as competições de natação olímpica e paralímpica, além da fase final da competição de polo aquático.
O vencedor da licitação do Centro Aquático será responsável pela construção e operação da arena pelo período de 11 meses. As obras de construção estão orçadas em cerca de R$ 218 milhões e aproximadamente R$ 8 milhões devem ser investidos em operação e manutenção. A obra é financiada pelo governo federal por meio do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), repassados pela Caixa Econômica Federal para a cidade do Rio de Janeiro. A previsão de início dos trabalhos é no primeiro trimestre de 2014, e a entrega está prevista para o primeiro trimestre de 2016.
De acordo com a Secretaria de Obras, parte da estrutura temporária deve ser reaproveitada em outro local. "O Centro Aquático foi concebido prevendo máximo aproveitamento possível dos elementos que compõem a construção. O Ministério do Esporte apresentará o projeto do legado em 2014, que deverá prever, entre outras ações, a desmontagem e remontagem das piscinas olímpicas de competição e de aquecimento", conforme nota.
O centro aquático provisório da Olimpíada de 2016 terá capacidade para 18 mil espectadores, com duas piscinas olímpicas (uma de competição e outra de aquecimento) e infraestrutura para receber construções complementares temporárias como a cobertura do local. As piscinas terão estruturas metálicas modulares desmontáveis e reaproveitáveis, e receberão as competições de natação olímpica e paralímpica, além da fase final da competição de polo aquático.
O vencedor da licitação do Centro Aquático será responsável pela construção e operação da arena pelo período de 11 meses. As obras de construção estão orçadas em cerca de R$ 218 milhões e aproximadamente R$ 8 milhões devem ser investidos em operação e manutenção. A obra é financiada pelo governo federal por meio do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), repassados pela Caixa Econômica Federal para a cidade do Rio de Janeiro. A previsão de início dos trabalhos é no primeiro trimestre de 2014, e a entrega está prevista para o primeiro trimestre de 2016.
De acordo com a Secretaria de Obras, parte da estrutura temporária deve ser reaproveitada em outro local. "O Centro Aquático foi concebido prevendo máximo aproveitamento possível dos elementos que compõem a construção. O Ministério do Esporte apresentará o projeto do legado em 2014, que deverá prever, entre outras ações, a desmontagem e remontagem das piscinas olímpicas de competição e de aquecimento", conforme nota.
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